Concursos para bibliotecários abertos

Lista de concursos públicos abertos com vagas para o cargo de bibliotecário

Órgão UF Vagas
Câmara de Embu das Artes SP 192
Prefeitura de Araçuaí MG 176
Prefeitura de Cachoeira do Sul RS 266
Prefeitura de Capão Bonito SP 108
Prefeitura de Capivari de Baixo SC 14
Prefeitura de Caxias do Sul RS 54
Prefeitura de Embu-Guaçu SP 149
Prefeitura de Florianópolis SC 87
Prefeitura de Gaspar SC 181
Prefeitura de Guapimirim RJ 344
Prefeitura de Hortolândia SP 17
Prefeitura de Jardim de Piranhas RN 114
Prefeitura de Jucurutu RN 307
Prefeitura de Pacajus CE 224
Prefeitura de Parelhas RN 227
Prefeitura de Valinhos SP 206
Prefeitura de Videira SC 191
Posted in Bibliotecário, Biblioteconomia, Concurso público | Leave a comment

10 dicas para tornar seus estudos mais eficientes parte 2

Para os Bibliotecários que optaram por estudar para concursos ou mesmo para os estudantes de graduação segue a continuação das dicas para tornar seus estudos mais eficientes.

6. Resolva exercícios, sozinho ou com amigos

O antigo ditado, a prática leva a perfeição, é verdade. Você pode resolver questões de provas anteriores, fazer um jogo de perguntas e respostas com um grupo de pessoas o importante é treinar com regularidade. Esse método ajuda a entender o comportamento de cada banca em relação a elaboração das questões.

Rever o material de estudo com um grupo de amigos que estão enfrentando o mesmo desafio que você. Um pequeno grupo de 4 a 5 pessoas funciona melhor na hora de implementar essa prática, mais do que isso pode virar bagunça! A dinâmica do grupo tem que ser definida por seus membros. Leitura de resumos, resolução de questões, simulados, todas essas práticas podem ser aplicadas ao grupo.

7. Faça um cronograma realista

A maioria das pessoas consideram o ato de estudar uma coisa a se fazer nas horas vagas. Mas se você elaborar um cronograma organizado e realista os seus estudos e resultados serão bem mais exitosos. Ao invés de estudos de última hora com duração de 12 horas por dia, gaste 40 minutos a 1 hora de estudos todos os dias, o importante aqui é criar o hábito. Isso irá permitir você a estudar um maior volume de disciplinas e vai ajudar você a fixar melhor o novo conhecimento adquirido.

8. Faça pausas e se premie

A maioria das pessoas considera estudar uma obrigação ou uma tarefa chata, mas necessária. Com essa mentalidade é natural que eventualmente vamos fugir dessa obrigação ou pelo menos procrastinar. No entanto, se ao final de cada esforço programado no cronograma você se premiar com algo divertido, pode ser ir ver um filme no cinema com a namorada ou mesmo 1 hora de videogame, esse hábito vai fazer com que você tenha mais prazer ao estudar.

Ninguém consegue estudar 4 horas seguidas e fixar tudo, portanto faça pausas. A cada hora de estudo, descanse 10 minutos, beba uma água se alimente, faça um bom alongamento e volte a estudar. Não deixe disciplinas inacabadas, mas não gaste 4 horas estudando a mesma coisa, lembre-se da dica 7 e organize seu cronograma. Leia seus resumos mas resolva os exercícios também.

9. Mantenha-se saudável

De nada vai adiantar seu esforço se no dia do seu teste você estiver doente. Se hidrate sempre, alimentação balanceada, especialmente um dia antes da prova, é muito importante isso, já pensou ter dor de barriga durante o concurso? Prevenir é melhor do que remediar, tome suas vitaminas com surpevisão médica e procure manter a saúde física e mental equilibrada. Falar parece fácil, mas caímos novamente no ditado de que a prática leva a perfeição. No início pode até parecer algo difícil, mas se você praticar uma boa alimentação, fazer exercícios físicos regularmente (caminhadas), seus estudos vão sim se tornar mais eficientes, você ficará mais disposto e terá melhores resultados.

10. Crie expectativas baseadas no seu esforço

Teve uma época que eu fazia concursos sem estudar e sempre ia fazer as provas achando que ia me sair bem, “pensamento positivo”, logicamente isso nunca adiantou. Não adianta se enganar, para conquistar o seu lugar ao sol não tem segredo, estudar com qualidade e eficiência é o caminho. Não adianta criar grandes expectativas se você não estudou o suficiente e essa falsa sensação só dura até você abrir o caderno de provas e passar o olho nas questões, de cara você vai saber se tem chance ou não. Portanto seja realista e estude, sem esforço dificilmente você vai conquistar alguma coisa. Lembre-se de que passar em concurso público é um processo, você vai passar por decepções, de quase passar mas não ficar nas vagas ou de nem classificar, não se preocupe, isso tudo faz parte desse processo, seja persistente e estude ATÉ passar.

10 dicas para tornar seus estudos mais eficientes parte 1

Posted in Bibliotecário, Biblioteconomia, Concurso público, Educação, Técnicas de estudo | Leave a comment

Qual é o mercado para os Bibliotecários?

Pessoal, é com muito prazer que publico este post escrito pelo Bibliotecário Nelson Silva. Ele faz um comentário bem interessante sobre outros tipos de mercados em que os Bibliotecários podem seguir. Se você também quiser publicar suas ideias ou fazer algum comentário sobre nossa profissão, entre em contato pelo fale conosco, este espaço também é seu. Deixo aqui meus agradecimentos ao Nelson.

O Bibliotecário é definido por lei como um Profissional Liberal, podendo trabalhar por conta própria sem vínculo empregatício.

Normalmente a Universidade não ensina Empreendedorismo e a maioria termina procurando emprego ou concurso publico.

Sempre falo que devemos ter outras opções alem dos classificados dos jornais e sites de emprego. Devemos procurar TRABALHO.

O primeiro passo é você saber definir qual é o seu mercado, em que tipo de empresa o seu trabalho será valorizado (escola, escritório de advogacia, universidade, jornal, etc.), isto se define através da sua experiência e conhecimentos.

O segundo passo é a divulgação dos seus serviços: através da sua rede contatos, e-mails, site pessoal, trabalho voluntário, artigos em jornal, trabalhos em congressos, folders, cartão pessoal, etc.

O terceiro passo é a negociação, quando conseguir uma entrevista, ou contato com uma empresa, saber como e quanto cobrar.

Dos cerca de 30.000 bibliotecários no Brasil, menos de 1% tem junto aos CRBs registro como empresa.

Com a aprovação da Lei Complementar nº 147 de 07.08.2014, as empresas de bibliotecários (e outras profissões liberais) poderão a partir de janeiro de 2015 optar pelo Simples Nacional, o que permitirá uma boa redução de impostos.

No momento atual da economia onde muitas empresas estão demitindo é preciso investir no Marketing pessoal para conseguir trabalho ou se manter no seu emprego.

O Bibliotecário deve aprender a se divulgar como solução de gerenciamento da informação, independente do seu suporte, só assim conseguiremos abrir mercado.

As empresas não contratam ou procuram o Bibliotecário pois não conhecem o profissional e o que ele pode fazer.

A imagem do bibliotecário ainda esta muito ligada ao Livro e a Biblioteca.

Se a empresa não possui muitos livros, ou necessidade de uma biblioteca formal nunca ira colocar um anuncio para o Bibliotecário.

Não adianta ficarmos de braços cruzados esperando que a sociedade e as empresas mudem a sua forma de pensar e comecem a valorizar o Bibliotecário.

Os Bibliotecários é que devem mudar, ao invés de pagar para acessar sites de empregos (Catho, BNE, etc.), utilize este valores no seu marketing pessoal.

Procure o seu CRB, Associação, Sindicato e sugira a promoção de atividades abertas ao publico (palestras, mini-cursos, hora do conto, etc.), isto servirá para divulgar a profissão e o profissional.

A mudança sempre deve começar por nos.

Não adianta esperar que os outros mudem, se somos sempre os mesmos.

Posted in Bibliotecário, Biblioteconomia, Mercado de trabalho | 10 Comments

Marketing da Informação: resumão para concursos

CLIQUE NA CAPA

ebook_smashwords_cover

 Se não funcionar clique AQUI.

Posted in Bibliotecário, Biblioteconomia, Concurso público | 3 Comments

[CONCURSOS] Questão comentada sobre sistemas de informação

Questão do concurso do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) de 2014 organizado pela Consulplan sobre sistema de informação. A princípio uma questão simples mas para esclarecer qualquer dúvida sobre o assunto segue o comentário.

23 O que é sistema de informação?
A) Campo da ciência que visa classificar a vida, através de uma lista organizada de palavras.
B) Modelo de recuperação da informação no qual os termos de busca são ligados através dos conectores “e”, “ou” e “não”.
C) Instrumento de controle da terminologia, usado para transferir descritores da linguagem natural da documentação para um sistema linguístico.
D) Todo e qualquer sistema composto por dados ou informações de entrada cujo objetivo final é gerar informações de saída para atender determinadas necessidades.

Resposta: Letra D

A banca tenta nos induzir ao erro ao mencionar sistema de recuperação de informação em mais de um item, porém sistema de informação é muito mais abrangente.

Este artigo científico trás a seguinte definição:

[...] entende-se por sistema de informação todo conjunto de dados e informações que são organizados de forma integrada, com o objetivo de atender à demanda e antecipar as necessidades dos usuários. Portanto, sistemas de informação para apoio à decisão são sistemas que coletam, organizam, distribuem e disponibilizam a informação utilizada nesse processo.

Posted in Bibliotecário, Biblioteconomia, Concurso público, Questão comentada | Leave a comment

Dica para bibliotecários recém formados

Você acabou de se formar e agora precisa redigir seu currículo e fazer a operação “Chuva no Deserto” que consiste em enviar o currículo para o máximo de empresas possíveis para que você consiga o tão sonhado primeiro emprego. A concorrência é alta e você não tem experiência. Um bom começo é redigir um currículo simples e principalmente sem erros de digitação. Saiba que dois erros de digitação no seu currículo podem acabar com suas chances de conseguir um emprego.

Uma pesquisa realizada pela Robert Half, nos Estados Unidos, descobriu que apenas dois erros de digitação no currículo são suficientes para desclassificar um candidato do processo seletivo.

Segundo a pesquisa, 46% dos gerentes seniores entrevistados afirmaram que desistem de contratar um profissional se ele tiver cometido dois erros de digitação em seu currículo. E para 17% dos executivos, uma única falha já justifica essa desistência.

A boa notícia é que os recrutadores têm sido mais compreensivos e tolerantes. A pesquisa também revela que houve uma grande redução no número de gestores que descartariam candidatos por apenas um erro no currículo nos últimos anos.

Em 2006, 47% dos gestores afirmaram que apenas um erro seria necessário para eliminar um candidato do processo. Em 2009 esse número caiu para 40% e, hoje, 17% dos entrevistados desconsiderariam o profissional.

No entanto, é a partir do segundo erro que muitos dos recrutadores desistem de um candidato. Enquanto em 2006 37% deles eliminariam um profissional da competição por uma vaga, em 2014 esse número subiu quase dez por cento (46%).

Os erros de digitação mais comuns são relacionados a datas e à concordância gramatical. De acordo com o diretor de operações da Robert Half no Brasil, Sócrates Melo, a tolerância aos erros está ligada ao tipo de posição que está em disputa. “Entre os gestores brasileiros, ela costuma ser baixa. O tipo de erro conta mais do que a quantidade”, diz.

Melo também afirma que um currículo cheio de falhas pode transmitir a imagem de um profissional de baixa qualidade para os recrutadores.

Segundo o executivo, a análise de um currículo é feita por vários aspectos, que envolvem desde a formação até as realizações do profissional. Ele também alerta para o fato de que o documento deve comunicar as qualidades do candidato de forma clara e objetiva em, no máximo, duas páginas.

Fonte: Info

Posted in Uncategorized | Tagged , | Leave a comment

6 dicas para tornar as reuniões mais proveitosas

Reunir é fundamental para resolver alguns gargalos no trabalho, não tem jeito! Eu, particularmente, sempre achei reunião um mal necessário, tem hora que não tem jeito, para resolver um problema o melhor caminho é o diálogo. As bibliotecas não fogem a essa regra, portanto seguem algumas dicas para tornar as reuniões mais proveitosas.

1 – Mantenha-as curtas

Você não precisa agendar reuniões de meia hora só porque o Outlook divide a agenda em blocos de 30 minutos. Reuniões mais curtas podem ser mais eficazes: afinal de contas, psicólogos afirmam que a atenção dos adultos dura alguns poucos minutos. Mesmo quando se trata de algo que os interesse, muitos adultos só conseguem manter a atenção por cerca de dez minutos, diz Sarah Reiff-Hekking, psicóloga que se especializa em coaching de gerenciamento de tempo. Depois desse período, “as pessoas têm de ser envolvidas de novo, ou suas cabeças vão começar a viajar”, diz ela.

2 – Só marque reuniões quando não houver alternativa

O tempo não é importante só para que você conclua suas tarefas, ele também é um dos ativos mais importantes da empresa. Por isso, os especialistas dizem que reuniões só devem ser marcadas quando são 100% necessárias.

No começo dos anos 2000, Jason Fried tinha de ir a um monte de reuniões que pareciam intermináveis. Fundador de uma empresa de web design, Fried tinha clientes que queriam conversar constantemente sobre melhorias em seus sites. “Lembro de ficar lá sentado por mais de uma hora, pensando: ‘Não tem por que essa reunião durar tanto. Isso poderia se resolver em dez minutos’”, diz Fried, 40, que depois fundou a Basecamp, empresa que criou um software para ajudar empresas a colaborar em projetos sem que seus funcionários tenham de sair de suas mesas.

As empresas não pensam no custo das reuniões. O que elas precisam entender, diz Fried, é que uma reunião de uma hora com dez pessoas deveria ser entendida como uma reunião de 10 horas, pois são dez pessoas sendo pagas por uma hora de trabalho cada. (Há pelo menos meia dúzia de calculadoras online para ajudar as empresas a entender isso, mas não está claro se essas ferramentas são de fato usadas.)

Então quando é OK convocar uma reunião? “Depende da gravidade da decisão, ou quantas decisões dependem do que vai ser discutido”, diz Fried. “Para certas decisões estratégicas, como a direção que uma empresa vai tomar, parar e se concentrar naquela coisa tem valor.”

3 – Reuniões são diálogos, não monólogos

Reuniões que são uma conversa de duas mãos costumam ser mais bem-sucedidas que aquelas em que uma pessoa simplesmente faz uma apresentação para uma plateia passiva. De acordo com dados da startup de internet SalesCrunch, baseados em 10 mil reuniões que a empresa hospedou em sua plataforma entre 2010 e 2012, o envolvimento foi 20% maior quando os convidados falaram a maior parte do tempo, em comparação com o apresentador tomando a maioria do tempo para si.

4 – Deixe os celulares fora da sala de reunião

Gostamos de levar celulares e laptops para reuniões, achando que vamos ser mais produtivos. Mas, na maior parte das vezes, acontece o contrário. Apesar do apreço do mercado de trabalho atual pela capacidade de ser multitarefa, nossos cérebros não foram desenhados para fazer duas coisas ao mesmo tempo, diz Maggie Jackson, autora de Distracted: The Erosion of Attention And The Coming Dark Age(“Distraído: a erosão da atenção e a idade das trevas que está por vir”, em tradução livre).

“Quando você está fragmentando e picando sua atenção, escutando com um só ouvido, você mina a capacidade de pensar fora da caixa”, diz Jackson. “Quando estamos inteiramente conscientes e concentrados, é extraordinário o que acontece no cérebro.”

5 – Não tenha medo dos conflitos

Uma das principais razões pelas quais as pessoas odeiam reuniões é o fato de elas serem chatas. Isso é de propósito, em parte: as empresas tendem a evitar conflitos em reuniões para que as pessoas se sintam à vontade para expressar suas ideias. Mas nosso medo de conflito é contraproducente, diz Patrick Lencioni, fundador da empresa de consultoria gerencial The Table Group e autor de Death By Meeting (“Morto por reuniões”, em tradução livre). “Se não há conflito inerente numa reunião, não há nada que mereça atenção, e as pessoas vão ficar entendiadas”, diz Lencione. “Se não há nada que seja motivo de angústia, você deveria cancelar a maldita reunião.”

6 – Experimente ficar em pé

A tendência de ficar em pé no trabalho vem sendo motivo de piada ultimamente, mas a ciência sugere que trabalhar em pé pode não só trazer benefícios de saúde, mas também aumentar o envolvimento e a colaboração.

Para um estudo publicado este ano, pesquisadores da Universidade Washington, de St. Louis, mediram a excitação fisiológica de estudantes que tinham de trabalhar em grupo para produzir vídeos de recrutamento da universidade. Os que trabalharam em pé mostraram maior envolvimento e maior propensão a compartilhar ideias com os colegas de equipe, em comparação com aqueles que trabalharam sentados.

“Em pé, você está gastando energia, então seu corpo está ativado”, diz Andrew Knight, um dos pesquisadores. “Estar ativado num ambiente de grupo aumenta a importância do trabalho e o esforço coletivo envolvido naquele trabalho.”

Muito disso pode parecer óbvio – não é física nuclear, afinal de contas. Para ter uma reunião produtiva, você precisa manter os funcionários envolvidos. E o segredo para isso, dizem os especialistas, é a variedade. “Se você continuar com o mesmo processo, toda vez, as pessoas vão ficar entediadas”, diz Lenny Lind, fundadora da Covision, empresa que facilita reuniões e eventos com o uso de tecnologia para aumentar a participação da plateia. “Mesmo algo que era inovador pode ficar chato quando é repetido pela sexta vez, ponto.”

Fonte: Info

Posted in Biblioteca, Informação, Reunião, Trabalho | Leave a comment

[CONCURSOS] Questão comentada sobre sistema de automação de bibliotecas

Questão da Fundação Carlos Chagas (FCC) do concurso público para Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo para o cargo de agente técnico legislativo especializado em Biblioteconomia. A automação de bibliotecas já é uma realidade, hoje existem no mercado soluções gratuitas, não tão boas quanto as proprietárias, mas que já nos permite fazer uma automação mínima das nossas bibliotecas. Questões sobre automação de bibliotecas são bem comuns nos concursos de Biblio. 

[Questão 43] Considere as afirmativas abaixo sobre automação de bibliotecas.
I. Os sistemas para a automação de unidades de informação são conhecidos como Sistemas Integrados para Bibliotecas, em geral, oferecendo os seguintes módulos: aquisição, catalogação, interface de pesquisa, circulação, disseminação seletiva e relatórios gerenciais.
II. Atualmente, dois padrões são de grande importância para a automação de bibliotecas: o formato MARC e o protocolo Z39.50.
III. Entre os requisitos de qualidade de um sistema de automação de serviços bibliotecários, incluem-se o padrão XML para troca de informações e a interface Web para oferecer serviços online.
Ocorre que:

(A) as afirmações I, II e III estão incorretas; as definições e informações apresentadas estão equivocadas e/ou trocadas.
(B) a afirmação I está incorreta; os Sistemas Integrados para Bibliotecas não oferecem serviços aos usuários, como pesquisa, circulação e SDI.
(C) a afirmação II está incorreta; os padrões mais importantes atualmente são o formato FRBR e o protocolo UNICODE.
(D) a afirmação III está incorreta; os requisitos essenciais de qualidade incluem o protocolo FTP e o padrão OPAC (pesquisa pública).
(E) as afirmações I, II e III estão corretas; a automação plena dos serviços de uma biblioteca é uma tarefa complexa que envolve planejamento, tecnologia e ferramentas.

Resposta: Letra E

Essa questão não foi tão complicada assim:

(A) a afirmação I é a definição de sistema de automação, os módulos apresentados na afirmativa são os mais básicos de qualquer sistema.

(B) sistema que não oferece pesquisa ou circulação não pode ser considerado um sistema de automação de biblioteca.

(C) UNICODE é um padrão que permite aos computadores representar e manipular, de forma consistente, texto de qualquer sistema de escrita existente. Não tem nada a ver com protocolo e muito menos com sistema de automação de bibliotecas no contexto da questão.

(D) Essa questão me deixou na dúvida, mas FTP é um protocolo de transferência de arquivos usado por toda aplicação de internet, não deve ser considerado como um requisito ESSENCIAL de qualidade, basicamente porque toda aplicação de internet deve possuí-lo.

(E) Afirmativa correta. XML é fundamental no caso de uma migração dos dados para outro sistema e a interface Web é uma realidade nos sistemas de automação de bibliotecas. Vale lembrar que, hoje em dia, alguns desenvolvedores de software para bibliotecas já estão fazendo APPs de celular para realizar pesquisa e renovação de livros emprestados.

Posted in Concurso público, Internet, Tecnologia, Tecnologia da informação | Leave a comment

Sistema de segurança em Bibliotecas

Comprar um sistema de segurança para Bibliotecas é uma tarefa complicada, primeiro porque é muito caro, os gestores não consideram segurança de acervo bibliográfico uma prioridade, segundo é um processo que exige a participação de profissionais de outras áreas, como Tecnologia da Informação e Administrativo (Licitações) e como nós bibliotecários somos a área solicitante acaba sobrando o trabalho todo para nós mesmos.  Para ilustrar o post de hoje segue alguns conceitos básicos de cada equipamento necessário para começar o processo de compra de um sistema de segurança para sua biblioteca. Quem tiver interesse, trabalhei em conjunto com amigos bibliotecários em um termo de referência seguindo a Instrução Normativa 04, caso queiram o modelo entrem em contato pelo portaldobiblioteario@gmail.com ou deixe um comentário.

Equipamentos: antenas, etiquetas, desativadores e reativadores

Um conjunto básico para a implantação de um sistema de segurança antifurto no que tange a etiquetas eletrônicas, quer por radiofreqüência, quer por eletromagnetismo, requer: etiquetas eletrônicas; antenas anti-furto; desativadores e reativadores.

As etiquetas são dispositivos eletrônicos aplicáveis a todos os tipos de materiais da biblioteca, podem ser radiofreqüência ou de eletromagnéticos. As etiquetas de radiofreqüência são semicondutores que recebem uma pequena antena necessária para sinalização, com um adesivo, que é incorporado a uma etiqueta de papel tradicional. De vários tamanhos e diferentes freqüências, pesando em média de 0,8 a 10 gramas e com espessura em média de 0,3 mm, são produzidas em varias versões.

Assim, também são as etiquetas eletromagnéticas, existem em diversos formatos, tamanhos e texturas, são compostas por elementos metálicos que emitem uma determinada freqüência, quando identificada pelos sensores, o disparam o alarme visual e/ou sonoro das antenas. Alguns modelos de etiquetas de tão finas tornam-se praticamente invisíveis. Podem ser reativadas e desativadas centenas de milhares de vezes sem perder sua eficiência. Adaptáveis a qualquer material existente na biblioteca e quando usadas com cola especializada para devidos fins, proporciona um acabamento perfeito.

As antenas anti-furto, equipamento indispensável para a validade das etiquetas eletrônicas, são encontradas também na tecnologia de radiofreqüência e eletromagnetismo.

No caso das antenas de radiofreqüência, devem ser instaladas próximo ao balcão de atendimento da biblioteca, apresentam um custo de implantação mais acessível, mas, podem apresentar restrições quanto a materiais metálicos. Já as antenas eletromagnéticas possuem um maior nível de segurança, pois não ocorre risco de interferência, podem ser instaladas na porta de saída da biblioteca ou próximo ao balcão de atendimento.

A função da antena é ler a tag, emite ondas de rádio que são difundidas em varias direções e em distância que vai de polegadas a alguns metros, dependendo da potência e da freqüência usada. O tempo em que ocorre essa operação é de décimos de segundo, portanto, o tempo de exposição necessário da tag é bem pequeno. 

As antenas, bem como as etiquetas, também apresentam formas e tamanhos variados, adequando-se ao layout e as necessidade de cada biblioteca.

Os desativadores e reativadores são dispositivos físicos, portáteis ou manuais. Na Tecnologia RFID não existe desativação da tag, eis o grande problema que a tecnologia de radiofreqüência pode causar, sua freqüência continua permanente mesmo quando o usuário já efetivou o empréstimo, é por esse motivo, que as antenas RFID devem sempre ficar logo depois do balcão de empréstimo. Já as tags com tecnologia eletromagnética são passiveis de desativação e reativação, varias vezes sem danificar a mesma.

Dentre os modelos de desativadores encontrados no mercado, existem os portáteis e os manuais, enquanto que os reativadores, estão divididos entre: manuais, portáteis, eletrônicos e estação de trabalho. E existem os que são desativadores e reativadores ao mesmo tempo. Utilizados para desmagnetizar as etiquetas eletrônicas quando do empréstimo ao usuário e re-magnetizar quando da devolução.

Fonte

Posted in Uncategorized | 3 Comments

Aprovação no mestrado/doutorado

Está chegando a época de seleção de mestrado/doutorado em vários programas de pós-graduação em Ciência da Informação pelo Brasil. O site Posgraduando fez um post bem legal sobre como se preparar para cada etapa da seleção. Vejam: 

Como ser aprovado na seleção do mestrado/doutorado

O processo seletivo para o ingresso na pós-graduação está cada vez mais concorrido. Com a maior exigência por especialização em um mercado de trabalho a cada dia mais disputado, o número de candidatos nos processos seletivos da pós-graduação só tem aumentado. E é curioso ver como muita gente chega despreparada para essa etapa.

Por esse motivo, preparei um post para explicar como é a seleção na maioria dos programas de pós-graduação stricto sensu recomendados pela Capes e passar algumas dicas para quem pensa em candidatar-se. Não vou entrar no mérito da eficiência de processo, nem das panelinhas e do protecionismo que existe aos “prata da casa”. Esse assunto fica para outra oportunidade.

Conheça o programa
O primeiro passo é conhecer muito bem o programa de pós-graduação almejado. Informe-se sobre as linhas de pesquisa, as oportunidades, a infra-estrutura, o corpo docente, as disciplinas, ou seja, tenha uma visão do programa como um todo. Isso irá te ajudar bastante nas etapas seguintes.

Converse com o seu possível orientador
Sinceridade? Se um professor topar te orientar, já é meio caminho andado. Por mais que em alguns programas seja a coordenação que distribui os orientadores, recomendo conversar com o professor da área desejada. Principalmente se não fez a graduação na instituição. E como será necessário apresentar um projeto ou anteprojeto de pesquisa, o professor pode te ajudar a elaborar algo dentro das linhas de pesquisa dele ou do programa, o que pode aumentar suas chances de ser aprovado.

Converse com os pós-graduandos
Os alunos que já estão matriculados no programa de pós-graduação podem te passar dicas valiosas sobre o processo seletivo, os pontos que são mais valorizados e como foi o processo nos anos anteriores. Os pós-graduandos são os candidatos de ontem que foram aprovados. Leve em conta as suas considerações.

Estude o edital
Após a publicação do edital, estude com muito cuidado todas as exigências e todas as etapas do processo seletivo. Alguns candidatos ficam no meio do caminho por causa de erros bobos, que poderiam ser evitados com uma simples leitura cuidadosa do edital. Tenha em mente tudo que deve ser feito e/ou apresentado.

Prova escrita
A prova escrita, com assuntos específicos relacionados à área de atuação do programa, é utilizada em alguns processos seletivos para o mestrado. No doutorado é raro. Descubra com os pós-graduandos do programa como foi a prova do ano anterior para ter uma noção do estilo da prova e do nível de exigência. Estude a bibliografia recomendada. Cuidado com os erros de português, eles depõem contra você.

Projeto
O projeto é como uma carta de intenções. Por ele os professores avaliarão o seu conhecimento, sua capacidade de planejamento, o nível de domínio da redação científica e se a sua intenção se encaixa nas linhas de pesquisa do programa. No doutorado isso assume uma importância ainda maior, levando-se em consideração também a originalidade da proposta e o grau de inovação.

Análise de currículo
A essa altura do campeonato, espero que você tenha feito estágios, participado de congressos, publicado resumos e artigos. Bolsa de iniciação científica na graduação conta muito, pois neste caso o aluno já tem alguma experiência com pesquisa. No edital provavelmente haverá uma tabela com a pontuação que cada item do seu currículo vale. Artigos em periódicos científicos são muito bem pontuados.

Entrevista
As perguntas básicas: por quê decidiu fazer pós-graduação, qual área que gostaria de estudar, se você trabalha, e caso seja essa a sua situação, se conseguirá conciliar o trabalho e a pós-graduação. Irão perguntar pormenores do seu projeto de pesquisa e do seu currículo, por isso, estude ambos. E sejamos sinceros, na verdade, o que os professores da banca de entrevista querem mesmo saber é se você dará conta de concluir a pós-graduação dentro dos prazos estipulados pela Capes e se você será produtivo.

Exame de proficiência
Alguns programas de pós-graduação exigem na seleção que o candidato seja aprovado em um exame de proficiência em uma língua estrangeira, geralmente o inglês. Bons conhecimentos na língua do exame ajudam, mas cuidado, o exame é recheado de termos técnicos. A dica é pegar artigos publicados em periódicos científicos na área do programa e na língua que será cobrada, e traduzir. Comece traduzindo um artigo por dia, e na semana anterior ao exame, traduza o maior número de artigos que conseguir.

Não fui aprovado. E agora?
Se você não estava preparado o suficiente para ser aprovado, não desanime. A concorrência tem aumentado muito e não são todos os processos seletivos que são totalmente justos. Às vezes acontecem alguns absurdos. Se for possível, converse com o seu orientador se existe a possibilidade de conduzir trabalhos para melhorar o seu currículo, dando atenção aos pontos fracos do mesmo, para que no processo seletivo do ano seguinte você esteja em melhores condições de disputar a vaga.

Fonte: Posgraduando

Posted in Ciência da Informação | Leave a comment